13.1 C
Virgínia
13/12/2018
Início História

História

História de VirgíniaFundada em 1865, pelo Padre Custódio de Oliveira Montes Rasos, que seguia para a cidade de Cristina, quando ficou impressionado pelo panorama. Convenceu os proprietários daquelas terras, Diogo José Labat Uchôas e Francisco Ribeiro Pires, a doarem cinco alqueires de terra, para que erguesse uma capela, que seria dedicada a Nossa Senhora da Conceição. O fundador escolheu para o lugar o nome de Virgínea, em homenagem à Virgem Santíssima e em alusão à mata virgem que cobria o local. Da palavra Virgínea veio a corruptela Virgínia.

Portugueses foram os primeiros desbravadores da região, à procura de ouro e pedras preciosas. Como esse objetivo foi frustrado dedicaram-se à agricultura. Hoje, com mais de cem anos de existência, além da lavoura de subsistência, o município se sobressai no cultivo de frutas, sendo o primeiro produtor de marmelo e pêssego, o segundo de figo e o terceiro de pêra, do Estado. Integra a microrregião 202, Alto da Mantiqueira, a Associação dos Municípios do Circuito das Aguas e tem sua sede situada a 448 quilômetros de Belo Horizonte. As origens do município estão ligadas ao Ciclo do Ouro, quando desbravadores portugueses, não encontrando, no local, ouro ou pedras preciosas, resolveram fixar-se na região. Na metade do séc. XIX, foi erguida uma capela dedicada a Nossa Senhora da Conceição, e o povoado que logo se desenvolveu ao seu redor recebeu o nome de Virgínia, em homenagem a Virgem Imaculada, padroeira do local. Com o tempo, o nome foi se modificando para Virgínia, sendo elevada a distrito em 1865, passando à categoria de município e separando-se de Pouso Alto, em 1911. Virgínia realiza em agosto ou setembro a sua exposição agropecuária, com torneio leiteiro, mostras do artesanato da região, desfiles de cavaleiros e shows de violeiros. Fonte: Secretaria da Cultura em 01/10/1999

Por Lei Provincial de 27 de dezembro de 1861, a povoação foi elevada à categoria de freguesia de Cristina. A freguesia foi entregue aos cuidados paroquiais do padre José de Calazans Nogueira, que faleceu em 1869. Veio substituí-lo o monsenhor Manuel Carlos de Seixas Rabelo, que dirigiu a paróquia até 21 de novembro de 1921, quando faleceu. Assumiu a paróquia o então coadjutor Monsenhor Dalísio Batista Dini, que permaneceu até 5 de novembro de 1978.

O município criado com o referido Distrito de Virgínia, foi desmembrado do município de Pouso Alto pela Lei Estadual nº 556, de 30 de agosto de 1911.

Na agricultura destaca-se a produção de milho, feijão, batata inglesa e arroz e na pecuária, a produção de leite. Destaca-se, ainda, na fruticultura, com a produção de marmelo, ameixa, pêssego, pera e figo.

A partir do final do século XX, o município começou a investir no seu potencial turístico, com implantação de hotéis-fazenda e pousadas.